
Por Flademir Cardoso
Neste dia 9 de outubro de 2009, John Lennon estaria completando 69 anos, se não fossem os tiros disparados por Mark Chapman, em Nova York, no dia 8 de dezembro de 1980. Entre estas datas o mundo assistiu a queda do Muro de Berlim em , a vitória dos EUA na guerra Fria, o fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), o desmoronamento das Torres Gêmeas. Apesar de ausente, ele não ficou em silêncio. É como cantava um grande fã seu: os homens passam,as músicas ficam.
John nasceu quando o mundo estava em guerra, na década seguinte viu o rock´n´roll surgir, atravessou os anos de 1960 fazendo um enorme sucesso com a banda The Beatles, quando ela acabou, dedicou-se com mais intensidade à paz mundial e passou os últimos anos de sua vida como um responsável pai de família.
Além de pacifista, Lennon levantou bandeiras a favor das mulheres, que receberam uma canção em especial intutilada Woman (Mulher), lançada no albún Double Fantasy de 1980, alias o último de Lennon em vida, falava da igualdade racial, enfim, de um mundo melhor. Toda a sua trajetória, todo o seu discurso, todo o seu sucesso foi através da música. O garoto de Liverpool conseguiu conquistar o mundo com uma guitarra na mão e frases simples como Give Peace a Change (dê uma chance à paz). Duas de suas canções são consideradas hinos: Imagine, o hino da paz; e, All You Need Is Love, o hino do amor. Paz & Amor, o lema de sua geração.
A música possibilitou que John continuasse “Across the Universe”. Apesar disso, é difícil imaginar como seria a festa de seu sexagésimo oitavo aniversário. Sendo que diz a lenda, que em seu último aniversário vivo, em 80, Lennon e Sean receberam um presente dos céus, com aviões de acrobacia desenhando suas iniciais em cima do Central Park. De uma coisa tenho certeza, não iria faltar o velho e bom rock´n´roll.
Saudações Culturais
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